 | O Voto de Luís XIII, Georges de Dramard, 2ª metade do século XIX, Colecção do Museu Nacional de Arte Antiga
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Depois da sua aquisição pela Coroa, durante o reinado de D. João V (1726), o Palácio de Belém foi sendo enriquecido, quer ao nível arquitectónico e paisagístico, quer ao nível do recheio decorativo. Pintura, peças de ourivesaria, mobiliário e esculturas, circulavam entre os vários paços reais, dando origem a uma colecção da qual o Palácio de Belém, residência oficial do Presidente da República desde 1911, foi um dos herdeiros. A exposição, organizada pelo Museu da Presidência da República e patente no Museu Pio XII em Braga, reúne mais de uma centena de obras de pintura e ourivesaria que ao longo de vários séculos adornaram e estiveram, ou estão ainda, ao serviço do Palácio.
Destacam-se, entre as peças de prata expostas, as terrinas do infantado de João Ramos Ortiz (séc. XIX), os castiçais de António Forcada y Laplaza (sécs. XVIII/XIX), o espelho de toucador da rainha D. Amélia, de Boin Taburet (1886), o porta espargos de Christofle (1900) ou a baixela de Julião Sarmento (2005).
Na pintura, exibem-se obras produzidas entre o séc. XVI e a actualidade, de importantes artistas nacionais, como João Vaz, Bento Coelho da Silveira e Paula Rego, e internacionais entre os quais se destacam François Gerard, Georges de Dramard e Pedro Orrente.
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Museu Pio XII Braga Ter a Dom e Fer: 9h30-12h30 / 14h30-18h
Press Release
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