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Os antigos terrenos agrícolas, a norte, foram separados da propriedade do Palácio já no início do século XX, para neles se instalar o Jardim Colonial. É nele que hoje se encontram algumas boas peças de escultura italiana que outrora decoravam os jardins do palácio, como o grupo da Morte de Cleópatra esculpida por José Mazzuoli, e a Caridade romana de Bernardo Ludovici. O mais recente espaço ajardinado do Palácio surgiu no quadro das novas instalações para o Centro de Documentação e Informação, já na transição para o século XXI. O edifício, meio enterrado, oferece uma plataforma que permitiu a instalação de um «jardim suspenso», ou «jardim dos teixos» segundo designação do próprio projectista, João Gomes da Silva. Este jardim tem como elementos fortes uma grande superfície relvada e um alinhamento de teixos talhados em forma cónica que marcam o seu limite nascente. Este «jardim dos teixos» assume-se como possível espaço de actividades exteriores da Presidência, propondo uma articulação com o «jardim da cascata», através de um pequeno espaço triangular ajardinado composto por sebes paralelas. Mantém-se, assim, a tradição da utilização dos espaços exteriores do palácio como cenário privilegiado para a realização de cerimónias e de eventos festivos. |
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